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Dificuldades alimentares infantis

Seletividade, neofobia e recusa alimentar são comuns na infância. Saiba o que é esperado e quando buscar avaliação.

Seletividade, neofobia e recusa: qual a diferença

Esperado ou motivo de avaliação?

SituaçãoFrequentemente esperadoJustifica avaliação profissional
Rejeição de novos alimentosRecusa inicial que melhora com exposições repetidasRepertório que encolhe ao longo do tempo
ApetiteVariação de dia para diaRedução persistente com perda de peso
TexturasPreferências e alguma resistênciaEngasgos, ânsia ou vômitos frequentes
CrescimentoAcompanha a curva de peso e estaturaQueda de percentil ou estagnação
Rotina da famíliaRefeições demoradas, às vezes tensasSofrimento importante ou evitar situações sociais

Nenhum sintoma isolado define um diagnóstico.

Como avaliamos o crescimento

O pediatra acompanha peso, estatura e perímetros na curva de crescimento. O mais importante é a trajetória da criança ao longo do tempo, mais do que um número isolado.

Possíveis fatores associados

Dificuldade de mastigação ou deglutição, desconforto gastrointestinal (como constipação, refluxo e alergias), aspectos sensoriais e emocionais podem contribuir. Por isso, a investigação é individual.

Estratégias sem coerção

Quando pensar em uma equipe multidisciplinar

Conforme a necessidade, o cuidado pode envolver pediatra, gastropediatra, nutricionista, fonoaudiólogo e terapeuta ocupacional.

Perguntas frequentes

Criança que só come poucos alimentos precisa de suplemento?

Depende do crescimento e dos exames. A decisão é individual.

Devo forçar a criança a comer?

Não. A pressão costuma aumentar a recusa.

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Conteúdo revisado por Dra. Camila Joana, Gastroenterologia Pediátrica. Cada criança é única: este texto não substitui a avaliação individual.

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